por: Tamara Muniz
A Associação Cultural Afro Afixirê – ACAA, em parceria com Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascaran – CDVDH/CB e Secretaria de Esporte de Açailândia, promove evento para a comunidade
A cidade viveu uma noite marcada pela arte, emoção e movimento durante a celebração do Dia Internacional da Dança. O evento reuniu grupos, artistas, professores, estudantes e amantes da dança em uma programação diversa, aberta ao público e repleta de apresentações e vivências culturais.
Com diferentes estilos ocupando o espaço do balé às danças populares, o encontro reforçou a potência da dança como ferramenta de expressão, pertencimento e transformação social.
Além das apresentações artísticas, o evento também proporcionou momentos de interação entre público e artistas, criando um ambiente de troca, conexão e valorização da cultura local. Ao longo da programação, o público acompanhou coreografias emocionantes, performances cheias de identidade e momentos que arrancaram aplausos.

Para muitos participantes, a experiência foi mais do que uma apresentação artística. “Estar aqui hoje é muito importante, porque a dança representa quem eu sou. Poder compartilhar isso com tantas pessoas é emocionante.” Roberto, participante do grupo YAB.
A celebração também destacou a importância de fortalecer espaços dedicados à arte e à cultura na cidade, ampliando o acesso da população às manifestações artísticas. Tamara Muniz, integrante do grupo AFIXIRÊ fala da importância transformadora do evento:“Esse evento também nasce da necessidade de valorizar os artistas locais e reconhecer a dança como uma linguagem potente de transformação cultural e social em nossa cidade, é muito mais do que apresentações, hoje proporcionamos um espaço de encontro, diversidade, muita troca através da arte.”
É importante destacar que a realização do evento também foi marcada pela união entre grupos, coletivos, artistas independentes e instituições parceiras, reforçando a importância da construção coletiva para o fortalecimento do movimento artístico cultural na cidade. “A dança veio para socializar e unir pessoas, e é por isso que estamos aqui, quem dança é muito mais feliz, salva vidas, cura a depressão, controla a ansiedade e conforta o coração.” Falou Tharles Ponciano, professor e coreografia do grupo Balé Folclórico.

As vivências abertas ao público aproximaram ainda mais as pessoas da dança, permitindo experiências com diferentes ritmos e estilos. Crianças, jovens e adultos participaram das atividades, reforçando o caráter acessível e coletivo do evento.
A celebração do Dia da Dança reafirmou a força dos artistas locais e o impacto da arte na construção de uma cidade mais sensível, criativa e culturalmente ativa. Entre aplausos, encontros e apresentações marcantes, o evento deixou evidente que a dança segue viva, pulsante e transformadora.
